Na mochila de Wellington foi encontrada uma carta (abaixo) em que pede para ser enterrado ao lado da mãe adotiva, Dicéa Menezes de Oliveira. Pede também para que seu túmulo seja visitado por um “seguidor de Deus”.
Para o médico psiquiatra paranaense Rui Fernando Cruz Sampaio, especialista em psiquiatria forense, psicólogo clínico e hipnoterapeuta há 30 anos, Wellington apresentou típico comportamento psicopata (ou sociopata como a medicina atual prefere chamar, por se tratar de autor de crime contra a sociedade).
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em breve mais PSI TEXTO
Qual é a melhor postagem do blog em sua opnião?
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Descupem por não ter sido postado nada durante esse periodo, isso decorreu decorrente a problemas pessoais, peço a compreenção, mas continuem participando.
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domingo, 22 de maio de 2011
Pulsão de Vida e Pulsão de Morte
quinta-feira, 19 de maio de 2011
Terapia de casal
Depois de alguns anos de casamento, cheios de
constantes discussões, > um jovem e sua esposa
decidiram que a única maneira de salvar seu > casamento
era tentar a terapia. Quando eles chegaram no
consultório, o > terapeuta foi direto ao assunto e
abriu o palco pra discussão. “O > que parece ser o
problema?” Imediatamente, o marido abaixou a cabeça >
sem dizer nada. Por outro lado, a esposa começou a
falar a 80km/h > descrevendo todas as coisas erradas do
seu casamento. Depois de 5, 10, > 15 minutos ouvindo a
esposa, o terapeuta foi pra cima dela, levantou-a >
pelos ombros, beijou-a apaixonadamente por um tempo, e
colocou-a de > volta na cadeira. A esposa se sentou lá,
sem palavras. Ele olhou pro > marido que estava
encarando-o, não acreditando no que aconteceu. O >
terapeuta falou pro marido: “Sua esposa PRECISA disso
ao menos duas > vezes por semana!” O marido coçou a
cabeça e replicou: “Eu posso > trazer ela aqui nas
terças e quintas...”.
constantes discussões, > um jovem e sua esposa
decidiram que a única maneira de salvar seu > casamento
era tentar a terapia. Quando eles chegaram no
consultório, o > terapeuta foi direto ao assunto e
abriu o palco pra discussão. “O > que parece ser o
problema?” Imediatamente, o marido abaixou a cabeça >
sem dizer nada. Por outro lado, a esposa começou a
falar a 80km/h > descrevendo todas as coisas erradas do
seu casamento. Depois de 5, 10, > 15 minutos ouvindo a
esposa, o terapeuta foi pra cima dela, levantou-a >
pelos ombros, beijou-a apaixonadamente por um tempo, e
colocou-a de > volta na cadeira. A esposa se sentou lá,
sem palavras. Ele olhou pro > marido que estava
encarando-o, não acreditando no que aconteceu. O >
terapeuta falou pro marido: “Sua esposa PRECISA disso
ao menos duas > vezes por semana!” O marido coçou a
cabeça e replicou: “Eu posso > trazer ela aqui nas
terças e quintas...”.
O psicólogo e o gênio
Um psicólogo estava andando numa praia do Havaí quando encontrou uma garrafa na areia. Abrindo-a, saiu um gênio de dentro dela. "Ao seu dispor. Te realizarei um desejo". O psicólogo pensou, riu e pediu: "Eu sempre quis uma estrada da minha cidade até o Havaí". O gênio pensou um pouco e disse: "Olha, sinto muito, mas eu não posso fazer isso. Pense no tanto que prejudicaria o oceano. Pense em
quanto asfalto seria utilizado. É demais pra pedir". O psícologo concordou e pediu outra coisa: "Ok. Eu sou um psicólogo. Faça-me entender meus pacientes. O que faz eles rirem ou chorarem, pq são temperamentais, pq é tão difícil interagir com eles, o que eles
realmente querem? Basicamente, ensine-me a entender o que os faz sofrer!" O gênio parou pra pensar, e então sinalizou: "Vc quer duas ou quatro pistas na estrada?
quanto asfalto seria utilizado. É demais pra pedir". O psícologo concordou e pediu outra coisa: "Ok. Eu sou um psicólogo. Faça-me entender meus pacientes. O que faz eles rirem ou chorarem, pq são temperamentais, pq é tão difícil interagir com eles, o que eles
realmente querem? Basicamente, ensine-me a entender o que os faz sofrer!" O gênio parou pra pensar, e então sinalizou: "Vc quer duas ou quatro pistas na estrada?
amigo no psicanalista
dois amigos se encontram em um aeroporto depois de muito tempo que não se viam, um cumprimenta o outro, numa dessas o outro pergunta ao outro como está eis que este responde:
"tô com uma dor de cabeça que tá me incomodando muito, e não sei o que faço já tive em vários médicos me receitaram vários remédios e nada da dor passar."
"olhe só, talvez seu problema possa ser psicológico, tem um psicanalista que pode te ajudar, tome aqui o endereço e boa sorte".
passaram mais de 2 anos e eles voltam a se encontrar.
"e ai cara, tudo bem, e aquela dor de cabeça resolveu?"
"que nada, mas pelo menos tô conseguindo conviver com ela".
"tô com uma dor de cabeça que tá me incomodando muito, e não sei o que faço já tive em vários médicos me receitaram vários remédios e nada da dor passar."
"olhe só, talvez seu problema possa ser psicológico, tem um psicanalista que pode te ajudar, tome aqui o endereço e boa sorte".
passaram mais de 2 anos e eles voltam a se encontrar.
"e ai cara, tudo bem, e aquela dor de cabeça resolveu?"
"que nada, mas pelo menos tô conseguindo conviver com ela".
quarta-feira, 18 de maio de 2011
Se tudo fosse perfeito

Se as coisas fossem perfeitas, não existiria lições de vida, não haveria arrependimentos e nem descobertas. Se tudo fosse perfeito, mãos não se uniriam e sonhos não seriam valorizados. Se tudo fosse perfeito, olhares não se completariam e gestos passariam despercebidos. Se tudo fosse perfeito, as lágrimas não existiriam, as palavras seriam perfeitas. Se tudo fosse perfeito, eu pularia no abismo sem medo da morte, pois asas eu ganharia. Se tudo fosse perfeito, eu atravessaria o oceano sem medo de ser levado pelas ondas, sem receios de me perder em suas profundezas. Se tudo fosse perfeito, dores não existiriam e a cura não seria procurada. Nada é por acaso, pois nem o destino é perfeito !
terça-feira, 17 de maio de 2011
Fanatismo
| Por Ana Lucia Santana |
Embora as pessoas associem geralmente o fanatismo a causas políticas ou religiosas, este comportamento é muito mais amplo do que se imagina. Originário do francês fanatique ou do latim fanaticus – ‘o que pertence a um templo’ -, ele se refere a toda atitude exagerada, radical, compulsiva.
sexta-feira, 13 de maio de 2011
Como se explica as superstições ?
As superstições resultam essencialmente do vestígio de cultos desaparecidos ou da deturpação ou acomodação psicológica de elementos religiosos contemporâneos, condicionados à mentalidade popular. Participam da própria essência intelectual humana e não há momento na história do mundo sem sua inevitável presença. É sempre de caráter defensivo, respeitada para evitar mal maior ou distanciar sua efetivação. Essa legítima defesa estende-se às zonas mais íntimas do raciocínio humano e age independente de sua ação e rumo.
RESISTÊNCIA À MUDANÇA
Renata de Mello Campos Limmer
Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos
Graduada em Engenharia de Produção pela UFRJ
e-mail: acpb@taurus.ime.eb.br
1. MUDANÇAS
1.1 - Conceituação
Entende-se por mudança o ato ou efeito de mudar, de dar outra direção, dispor de outro modo. Mudar é, portanto, transferir, alterar ou transformar.
terça-feira, 10 de maio de 2011
Psicologia e religião
Posted by Flávia Rezende on segunda-feira, novembro 24, 2008, 1:43
Esta notícia foi postada na categoria Artigos científicos e possui 16 Comentários até agora.
sexta-feira, 8 de abril de 2011
quarta-feira, 30 de março de 2011
terça-feira, 29 de março de 2011
Rir , o melhor remédio
Gargalhadas são contagiosas. Mulheres riem muito mais queos homens. Chimpanzés adoram cócegas. Com você, a divertida história de uma poderosa forma de interação social: o riso
por Leandro Sarmatz
E m janeiro de 1962, um surto de riso num internato para garotas de Kahasha, um pequeno vilarejo na Tanzânia, obrigou o fechamento temporário da escola. A “epidemia” começara da maneira mais simples do mundo. Três alunas desataram a rir – sim, apenas “rá! rá! rá!” – e logo as gargalhadas tomaram conta de outras 95 das 159 meninas do internato. Eram ataques que podiam durar poucos minutos, um par de horas – mas também vários dias. A escola reabriu suas portas quatro meses depois, porém teve que fechá-las novamente em poucas semanas. Tudo porque outras 57 meninas haviam sido contaminadas pelo surto de hilaridade.segunda-feira, 28 de março de 2011
Jung e os conceitos básicos da Psicologia Analítica
Por Vanilde Gerolim Portillo
26/10/2001
Psicologia Analítica foi o nome escolhido por JUNG para abarcar todo o seu sistema teórico. É uma obra ampla e tem raízes profundas. Abordaremos, aqui, portanto, apenas os conceitos que ajudarão a elucidar este trabalho.
O que nos chama a atenção, ao contatarmos a obra de Jung, é que os termos ou nomes adotados por ele, para discriminar seus conceitos, têm perfeita conexão com o fato ou com o aspecto analisado em si. Não são termos inventados ao acaso e que nada significam, mas sim termos que carregam e explicam o seu próprio conteúdo.
sábado, 26 de março de 2011
sexta-feira, 25 de março de 2011
Rir , o melhor remédio
Gargalhadas são contagiosas. Mulheres riem muito mais que os homens. Chimpanzés adoram cócegas. Com você, a divertida história de uma poderosa forma de interação social: o riso
por Leandro Sarmatz
quarta-feira, 23 de março de 2011
terça-feira, 22 de março de 2011
Teoria da Motivação Humana
Introdução
A hierarquia de necessidades de Maslow foi introduzida por Abraham Maslow e se refere a uma pirâmide que representa uma divisão hierárquica a respeito das necessidades humanas. Na base da pirâmide estão as necessidades de nível mais baixo, sendo que, apenas quando satisfeitas escala-se em direção às hierarquias mais altas para atingir a auto-realização que é o nível mais alto.
Neste rápido tutorial falaremos justamente da hierarquia das necessidades de Maslow, explicando cada um dos níveis e tecendo comentarias a respeito de cada uma. Ao término faremos uma pequena análise crítica da hierarquia destas necessidades.
Neste rápido tutorial falaremos justamente da hierarquia das necessidades de Maslow, explicando cada um dos níveis e tecendo comentarias a respeito de cada uma. Ao término faremos uma pequena análise crítica da hierarquia destas necessidades.
sábado, 19 de março de 2011
Psicologia e Publicidade
Psicologia da Publicidade
A utilização dos conhecimentos da psicologia na publicidade teve início nos anos 20. Na época buscou-se descobrir como os consumidores elegiam os aspectos mais atraentes de um determinado produto. Para tanto, a publicidade exigiu da psicologia formas de medir a atenção, memorização, enfim, como se dava a percepção dos consumidores sobre os produtos que deveriam ser vendidos. A evolução das pesquisas revelou que os consumidores desejavam produtos ainda não existentes, e isso permitiu o surgimento do marketing. Além de investigar o comportamento do consumo, a psicologia também teve a responsabilidade de criar modos de influenciar esse comportamento. Nesse momento, além dos processos sensoriais envolvidos no comportamento de consumo, cabia à psicologia avaliar as crenças, tendências e motivações dos consumidores.
Entretanto, Bachmann (2003) aponta que ocorreu uma sensível diminuição da influência da psicologia na área da publicidade. Essa separação se deu, de acordo com a autora, por três principais motivos. O primeiro foi o advento da informática, em que muitos publicitários acreditaram que essa tecnologia poderia ser suficiente para garantir suas comunicações. O segundo fator foi a dicotomia entre publicidade e marketing. Para a autora, enquanto a publicidade visa tornar conhecido um produto, ao marketing apenas interessa vende-lo. O terceiro fator foi a alta dose de intuição inerente a produção publicitária. Alguns publicitários julgaram a intuição, dentro do processo criativo, incapaz de receber contribuições da psicologia. Esses três fatores contribuíram para que a psicologia perdesse espaço nessa área de atuação, o que também acabou tornando esse campo carente de novas pesquisas da psicologia.
Entretanto, Bachmann (2003) aponta que ocorreu uma sensível diminuição da influência da psicologia na área da publicidade. Essa separação se deu, de acordo com a autora, por três principais motivos. O primeiro foi o advento da informática, em que muitos publicitários acreditaram que essa tecnologia poderia ser suficiente para garantir suas comunicações. O segundo fator foi a dicotomia entre publicidade e marketing. Para a autora, enquanto a publicidade visa tornar conhecido um produto, ao marketing apenas interessa vende-lo. O terceiro fator foi a alta dose de intuição inerente a produção publicitária. Alguns publicitários julgaram a intuição, dentro do processo criativo, incapaz de receber contribuições da psicologia. Esses três fatores contribuíram para que a psicologia perdesse espaço nessa área de atuação, o que também acabou tornando esse campo carente de novas pesquisas da psicologia.
quinta-feira, 17 de março de 2011
Os Animais Pensam?
Renato M.E. Sabbatini, PhD
A imagem de um chimpanzé à esquerda nos lembra, com uma semelhança desconcertante, a famosa escultura do "homem que pensa" de Auguste Rodin (a qual, por sinal, enfeita o logotipo da revista Cérebro & Mente). Ela coloca uma questão muito forte aos estudiosos do comportamento animal: será que os animais possuem uma mente? Eles são capazes de ter sentimentos e pensamento? É verdade que alguns dos comportamentos dos animais indicam que eles têm uma espécie de "modelo de mente" interior, ou seja, eles parecem ser guiados por um entendimento de que seus co-específicos (ou mesmo seres humanos) possuem motivos e estratégias para se comportar como o fazem?
domingo, 13 de março de 2011
Os 3 Maiores Mitos sobre Psicologia
Psicologia é uma das coisas que todo mundo gosta de fingir que sabe para sair por aí diagnosticando problemas emocionais e comportamentais de seus amigos, para dar sentido ao mundo e para fazer com que eles própios se sintam mais alegres.
Isso caiu na cultura do brasileiro, dar diagnósticos. Muitos dos "diagnosticos comuns" que ouvimos todos os dias estão completamente errado, beiram a idiotice como:
Isso caiu na cultura do brasileiro, dar diagnósticos. Muitos dos "diagnosticos comuns" que ouvimos todos os dias estão completamente errado, beiram a idiotice como:
quarta-feira, 2 de março de 2011
Descobertas revolucionam conhecimento do cérebro
Redação do Diário da Saúde
Plasticidade do conhecimento
Nosso cérebro não é mais aquele.
Pelo menos não é mais aquele que pensávamos que fosse.
Uma sequência de descobertas científicas, divulgadas ao longo das últimas semanas, está mudando a forma como o cérebro humano é visto e compreendido.
E, por decorrência, como devemos lidar com ele.
Você acha que o cérebro é dividido em áreas especializadas para processar cada um dos sentidos físicos? Você acredita que a dopamina seja o neurotransmissor do bem-estar? Você aprendeu que os neurônios comunicam-se em um sentido único? Então é melhor se atualizar.
Sobre os perigos da leitura
Publicado 3 janeiro, 2009
Rubem Alves
Nos tempos em que eu era professor da UNICAMP fui designado presidente da comissão encarregada da seleção dos candidatos ao doutoramento, o que é um sofrimento. Dizer “esse entra”, “esse não entra” é uma responsabilidade dolorida da qual não se sai sem sentimentos de culpa. Como, em vinte minutos de conversa, decidir sobre a vida de uma pessoa amedrontada? Mas não havia alternativas. Essa era a regra.
Os candidatos amontoavam-se no corredor recordando o que haviam lido da imensa lista de livros cuja leitura era exigida. Aí tive uma idéia que julguei brilhante.
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