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terça-feira, 17 de maio de 2011

Fanatismo

Por Ana Lucia Santana
Embora as pessoas associem geralmente o fanatismo a causas políticas ou religiosas, este comportamento é muito mais amplo do que se imagina. Originário do francês fanatique ou do latim fanaticus – ‘o que pertence a um templo’ -, ele se refere a toda atitude exagerada, radical, compulsiva.

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Como se explica as superstições ?

As superstições resultam essencialmente do vestígio de cultos desaparecidos ou da deturpação ou acomodação psicológica de elementos religiosos contemporâneos, condicionados à mentalidade popular. Participam da própria essência intelectual humana e não há momento na história do mundo sem sua inevitável presença. É sempre de caráter defensivo, respeitada para evitar mal maior ou distanciar sua efetivação. Essa legítima defesa estende-se às zonas mais íntimas do raciocínio humano e age independente de sua ação e rumo.

RESISTÊNCIA À MUDANÇA

Renata de Mello Campos Limmer
Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos
Graduada em Engenharia de Produção pela UFRJ



1. MUDANÇAS
1.1 - Conceituação
Entende-se por mudança o ato ou efeito de mudar, de dar outra direção, dispor de outro modo. Mudar é, portanto, transferir, alterar ou transformar.

terça-feira, 10 de maio de 2011

Psicologia e religião

Posted by Flávia Rezende on segunda-feira, novembro 24, 2008, 1:43
Esta notícia foi postada na categoria Artigos científicos e possui 16 Comentários até agora.
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 O papel da religião na vida psíquica dos indivíduos.

leia também:
http://www.adventistas.com/fevereiro2003/ciencia_religiao3.htm

terça-feira, 29 de março de 2011

Rir , o melhor remédio

Gargalhadas são contagiosas. Mulheres riem muito mais queos homens. Chimpanzés adoram cócegas. Com você, a divertida história de uma poderosa forma de interação social: o riso

por Leandro Sarmatz

E m janeiro de 1962, um surto de riso num internato para garotas de Kahasha, um pequeno vilarejo na Tanzânia, obrigou o fechamento temporário da escola. A “epidemia” começara da maneira mais simples do mundo. Três alunas desataram a rir – sim, apenas “rá! rá! rá!” – e logo as gargalhadas tomaram conta de outras 95 das 159 meninas do internato. Eram ataques que podiam durar poucos minutos, um par de horas – mas também vários dias. A escola reabriu suas portas quatro meses depois, porém teve que fechá-las novamente em poucas semanas. Tudo porque outras 57 meninas haviam sido contaminadas pelo surto de hilaridade.

sexta-feira, 25 de março de 2011

Rir , o melhor remédio

Gargalhadas são contagiosas. Mulheres riem muito mais que os homens. Chimpanzés adoram cócegas. Com você, a divertida história de uma poderosa forma de interação social: o riso

por Leandro Sarmatz

sábado, 19 de março de 2011

Psicologia e Publicidade

Psicologia da Publicidade
A utilização dos conhecimentos da psicologia na publicidade teve início nos anos 20. Na época buscou-se descobrir como os consumidores elegiam os aspectos mais atraentes de um determinado produto. Para tanto, a publicidade exigiu da psicologia formas de medir a atenção, memorização, enfim, como se dava a percepção dos consumidores sobre os produtos que deveriam ser vendidos. A evolução das pesquisas revelou que os consumidores desejavam produtos ainda não existentes, e isso permitiu o surgimento do marketing. Além de investigar o comportamento do consumo, a psicologia também teve a responsabilidade de criar modos de influenciar esse comportamento.  Nesse momento, além dos processos sensoriais envolvidos no comportamento de consumo, cabia à psicologia avaliar as crenças, tendências e motivações dos consumidores.
Entretanto, Bachmann (2003) aponta que ocorreu uma sensível diminuição da influência da psicologia na área da publicidade. Essa separação se deu, de acordo com a autora, por três principais motivos. O primeiro foi o advento da informática, em que muitos publicitários acreditaram que essa tecnologia poderia ser suficiente para garantir suas comunicações. O segundo fator foi a dicotomia entre publicidade e marketing. Para a autora, enquanto a publicidade visa tornar conhecido um produto, ao marketing apenas interessa vende-lo. O terceiro fator foi a alta dose de intuição inerente a produção publicitária. Alguns publicitários julgaram a intuição, dentro do processo criativo, incapaz de receber contribuições da psicologia. Esses três fatores contribuíram para que a psicologia perdesse espaço nessa área de atuação, o que também acabou tornando esse campo carente de novas pesquisas da psicologia.
 

domingo, 13 de março de 2011

Os 3 Maiores Mitos sobre Psicologia

Psicologia é uma das coisas que todo mundo gosta de fingir que sabe para sair por aí diagnosticando problemas emocionais e comportamentais de seus amigos, para dar sentido ao mundo e para fazer com que eles própios se sintam mais alegres.
Isso caiu na cultura do brasileiro, dar diagnósticos. Muitos dos "diagnosticos comuns" que ouvimos todos os dias estão completamente errado, beiram a idiotice como:

quarta-feira, 2 de março de 2011

Descobertas revolucionam conhecimento do cérebro

Redação do Diário da Saúde

Plasticidade do conhecimento
Nosso cérebro não é mais aquele.
Pelo menos não é mais aquele que pensávamos que fosse.
Uma sequência de descobertas científicas, divulgadas ao longo das últimas semanas, está mudando a forma como o cérebro humano é visto e compreendido.
E, por decorrência, como devemos lidar com ele.
Você acha que o cérebro é dividido em áreas especializadas para processar cada um dos sentidos físicos? Você acredita que a dopamina seja o neurotransmissor do bem-estar? Você aprendeu que os neurônios comunicam-se em um sentido único? Então é melhor se atualizar.

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Psicologia e Genética: O que causa o comportamento



Marco Montarroyos Calegaro, MSc


A genética comportamental é uma disciplina científica que estuda os mecanismos genéticos e neurobiológicos envolvidos em diversos comportamentos animais e humanos. Podemos caracterizá-la como uma área de intersecção entre a genética e as ciências de comportamento.
A engenharia genética forneceu as ferramentas necessárias ao estudo do comportamento associado à genética molecular. Isto permite que, progressivamente, possamos avançar na identificação de genes capazes de modular certos comportamentos, e de entender como estes genes interagem com o ambiente na formação de traços normais e patológicos da personalidade humana.
O impacto dessa área de conhecimento na Psicologia é tremendo. Estamos vivendo uma verdadeira revolução no entendimento das causas do comportamento. No entanto, a Psicologia, particularmente aqui no Brasil, parece desconhecer estes avanços. Um conjunto de premissas teóricas e metodológicas que podemos chamar de “modelo padrão de causalidade do desenvolvimento da personalidade” exerce um efeito profundo sobre a população leiga e, infelizmente, na maioria dos profissionais em psicologia. A expressão “efeito paradigma” cunhada pelo cientista social Joel Barker aplica-se neste caso- o paradigma tradicional filtra a percepção de modo a impedir a emergência de um novo paradigma.

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Beber com os amigos: está no gene?

Posted on: julho 29, 2010 9:20 AM, by Felipe Epaminondas
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Você é daqueles que adoram uma cervejinha no final de semana, assistindo a um jogo de futebol ou então em uma mesa de bar com os amigos? Tanto que, de vez em quando, no outro dia bate aquela dor de cabeça e você diz "nunca mais bebo desse tanto"? Bom, pelo menos agora você tem mais alguém para jogar a culpa: seus amigos.

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Desenhos animados e estórias infantis


Um pequeno paciente me disse um dia que ao ver desenhos animados sua cabeça brincava e coisas aconteciam, mesmo as proibidas. Achei curiosa a forma desta criança me comunicar uma idéia há muito conhecida dos psicoterapeutas de crianças, ou seja, a de que através das imagens dos desenhos animados podemos experimentar muitas coisas, sob uma situação controlada, a sala de TV. Os desenhos, assim como os contos de fadas, trazem à cena temas universais importantes para estruturar a psique infantil e é por esta razão que elas adoram vê-los ou escutá-los com freqüência e riqueza de detalhes.

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

O prazer psicológico da compra



Por Rocio Gaia
Da EFE
Encontrar uma pechincha ou esbarrar com uma liquidação na hora das compras proporciona um alto grau de excitação emocional.
A felicidade nessas circunstâncias é tão intensa que se ativa a mesma região do cérebro estimulada pelo sexo, aponta uma pesquisa da Universidade de Westminster, no Reino Unido, publicada na revista especializada em consumo "The Grocer".

sábado, 22 de janeiro de 2011

O que é o amor?


Todos sabemos o que é o amor, não sendo, no entanto, pelo menos para mim, possível defini-lo por palavras… Mas afinal o que será este sentimento (se o for) que nos torna parcialmente dependentes das pessoas que nos são mais próximas (e que amamos), ao ponto de, ao estarmos longe delas, nos tornemos altamente infelizes e angustiosos?
Robert Stenberg, psicólogo norte-americano, formulou uma teoria segundo a qual o amor englobaria três componentes distintas: a intimidade, a paixão e o compromisso. No que toca à intimidade, de carácter mais emocional, estamos perante uma relação de confiança mútua que inclui a protecção e a necessidade de estarmos perto do outro. É através da intimidade que duas pessoas compartilham as suas experiências pessoais e o que mais íntimo há de si. A paixão, que se baseia essencialmente na atracção sexual, envolve um sentimento irreprimível de estar com o outro. Por sua vez, o compromisso é a expectativa de que o relacionamento dure para sempre, numa intenção de comprometimento mútuo.

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Videogames bióticos controlam seres vivos em tempo real

Videogames bióticos controlam seres vivos em tempo real

Redação do Site Inovação Tecnológica - 18/01/2011

Um videogame capaz de controlar seres vivos em tempo real não é mais uma exclusividade da ficção.
Ingmar Riedel-Kruse e seus colegas da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, criaram um jogo no qual as ações do jogador influenciam o comportamento de microorganismos vivos.
Já Hang Lu e seus colegas do Instituto de Tecnologia da Georgia estão usando um projetor de LCD para acionar diretamente os neurônios e os músculos de animais, controlando inteiramente seu comportamento e seus movimentos.